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Famílias do Anel lotam audiência para discutir obras e reassentamentos

Requerida pelo nosso mandato, uma nova audiência pública foi realizada, em 30 de abril, para discutir a situação dos moradores das comunidades que serão afetadas com as obras de revitalização do Anel Rodoviário e duplicação da BR-381. As intervenções devem atingir cerca de sete mil famílias. Promovido pela Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, o encontro reuniu moradores e lideranças dos bairros do entorno, que lotaram o plenário em busca de esclarecimentos sobre o processo de reassentamento.

Entre os órgãos envolvidos no projeto, que prevê obras no valor de R$ 1,5 bilhão, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) apresentou as propostas para reformas na via e em parte da BR 381, entre a Avenida Cristiano Machado e o bairro Olhos D’água. O projeto prevê mudanças para aumentar a segurança no Anel Rodoviário e reduzir a frequência de acidentes, além de melhorar o acesso aos bairros da região, conforme o DER.

Sobre as expectativas de remoção das famílias, muitas delas formadas por antigos moradores de aglomerados como a Vila da Luz e Vila do Pica-Pau Amarelo, na região Nordeste, Caixeta ressaltou a necessidade de esclarecimentos. “A falta de informações concretas dificulta a vida dessa população, que fica impedida de planejar o futuro”, diz Caixeta, que vai solicitar nova reunião com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), para discutir a situação das famílias. “Infelizmente, não pudemos contar com a presença do Dnit, para prestar os devidos esclarecimentos aos moradores afetados pelas obras de revitalização no Anel”, ressalta. O processo de remoção será feito pela Justiça Federal e orientado pelo Projeto Rondon, entidade que vai gerir o reassento humanizado das famílias do Anel Rodoviário.

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