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Comissão de TI integra poder legislativo e setor produtivo na capital

Na primeira reunião da Comissão Especial de Estudos de Tecnologia da Informação da Câmara 11-10-2013_conselho_tiMunicipal que contou com a presença das principais entidades representativas do segmento em Minas Gerais, realizada na última quarta-feira, os participantes foram unânimes em destacar a importância de integrar poder público e empresas do setor para tornar a capital mineira o principal polo do segmento no país. Presidida pelo vereador Tarcísio Caixeta (PT), a Comissão foi recriada na atual legislatura exatamente para cumprir este papel.Participaram do encontro representantes da Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações em Minas Gerais (Sucesu/MG), Sociedade Mineira de Software (Fumsoft), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais (Assespro/MG) e Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor/MG). Segundo Caixeta, a Comissão terá como principal tarefa contribuir com a formulação de políticas públicas capazes de atrair investimentos, qualificar mão-de-obra e incentivar a produção de bens e serviços com alto valor agregado. “Para cumprir esse objetivo, será de fundamental importância que tenhamos o assessoramento dos profissionais que lidam diariamente com o tema”, acentua.

Daí a sugestão feita pelo vereador de que as entidades auxiliem na elaboração de uma pauta a ser seguida pela Comissão em seus próximos encontros – no mesmo dia, uma reunião foi marcada para a próxima terça-feira, quando cada uma das quatro entidades presentes encaminharão suas propostas.

MGTI 2022

Márcio Tibo, superintendente da Assespro/MG, lembrou que o programa BHTI – que daria origem ao MGTI 2022, que tem o propósito de tornar Belo Horizonte a capital nacional de tecnologia da informação até esta data – foi levado a debate público pela primeira vez na Comissão de TI da CMBH. E informou que o MGTI 2022 está alicerçado, entre outros eixos, na criação de um marco regulatório para o setor, cuja formulação passa necessariamente pelo legislativo municipal.

Vice-presidente da Fumsoft, Leonardo Fares destacou que em potencial de geração de novos empregos a TI já supera, por exemplo, a indústria automobilística e que a meta do setor é gerar aproximadamente 50 mil empregos em Belo Horizonte, nos próximos dez anos. “Para isso, teremos que ter um plano de ação bem elaborado”, observou Etelson Luiz, consultor do Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais (Sindinfor). “Certamente, o retorno para o município será muito grande”, acrescentou Fares.

Contribuição

Caixeta observou ainda que a área da TI permeia todos os setores da atividade humana, como saúde, educação, mobilidade urbana e segurança, entre outros. “Nesse sentido, esta Comissão terá também como tarefa contribuir para que, cada vez mais, a TI possa contribuir para o desenvolvimento destas áreas”.

Para Rafael Andrade, coordenador do programa MGTI 2022, no prazo de uma década será possível transformar Belo Horizonte “no mais importante polo do setor no país, com respeito internacional”, desde que todos os segmentos envolvidos abracem este desafio. “Nesse sentido, fazer com que o setor público e a iniciativa privada caminhem de mãos dadas será um grande passo”.

Inforuso 2013

Gerente executiva da Sucesu/MG, Tatiane Couto aproveitou a oportunidade para convidar os participantes da reunião a estar presentes na Inforuso 2013, principal feira de negócios de TI no Estado, cuja abertura está marcada para o próximo dia 29. Segundo ela, os organizadores esperam reunir cerca de 500 pessoas, no hotel Ouro Minas, palco do evento. Caixeta irá coordenar uma mesa de debates composta por parlamentares convidados da entidade.

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