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Professor mineiro lança livro sobre a evolução do tango

Direcionada ao público brasileiro, obra conta história do ritmo e traz sugestões para uma discoteca do gênero

A admiração e o interesse do professor Mauro Mendes Braga pela música latina viraram livro. 30-05-2014_livro2Publicado pela Editora UFMG e direcionado ao público brasileiro, “Tango – A música de uma cidade” é a primeira obra não acadêmica do autor, que será lançada neste sábado (31), no Café com Letras. Em uma mistura de trabalho e lazer, o professor aposentado da UFMG dedicou três anos à pesquisa do gênero entre o Brasil e Buenos Aires, a capital do Tango. “Gosto de toda música latina da primeira metade do século XX, o que me fez procurar conhecer a origem do tango, um gênero que tem muitas obras de referência em Buenos Aires, aqui pertinho, e poucas abordagens no mercado brasileiro”, ressalta.

Com um conhecimento empírico do ritmo argentino, Mauro Braga decidiu se aprofundar e se deliciar na pesquisa sobre a música a partir de 2010. “Dos anos 30 aos anos 60, no Brasil, se cultuou muito o tango. Escutei na minha infância”, comenta o escritor, que defende o resgate da proximidade cultural entre os países da América Latina. “Geograficamente, somos muito próximos, mas desde os anos 60 nos afastamos culturalmente”, diz. “Um pouco da história do tango, de suas etapas de desenvolvimento e algo de seu impacto no Brasil, além de sugestões de temas para compor uma discoteca do gênero, podem ser encontrados no livro”, ressalta o autor.

O vereador Tarcísio Caixeta, que vai prestigiar o lançamento, ressalta a importância da pesquisa de Mauro Braga. “O ineditismo desse trabalho no país é fundamental para que possamos conhecer um dos mais importantes ritmos musicais do continente, marginalizado no passado e que ganhou expressiva dimensão na cultura portenha, dos seguimentos populares aos mais refinados salões de Buenos Aires”, comenta Caixeta. “A pesquisa é de grande relevância para mostrar aos brasileiros a importância da cultura do tango na Argentina e no mundo.”

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Caixeta apoia retomada de eventos culturais no Primeiro de Maio

Após um hiato de 13 anos, a passagem do Dia do Trabalhador foi comemorada este ano no bairro Primeiro de Maio com uma extensa agenda cultural que contou com o apoio do mandato do vereador Tarcísio Caixeta.
“Este ano, retomamos uma tradição de eventos de rua que não realizávamos desde o ano 2000. A nossa expectativa, de agora em diante, é que a programação deste ano marque a retomada dos movimentos culturais que sempre foram característica do bairro”, afirma o líder comunitário Moisés André da Cruz, um dos responsáveis pela organização dos eventos.

A agenda foi aberta no dia 1º, com a “Missa do Trabalhador”, que homenageou o padre Piggi, da Paróquia Nossa Senhora da Glória. O homenageado fez questão de destacar a presença do mandato no bairro. “Ao longo dos últimos anos, Caixeta sempre esteve ao nosso lado”. No mesmo dia, uma exposição fotográfica reconstituiu parte da memória do bairro.

Na sexta-feira, em parceria com o Sindicato dos Professores, o projeto “Cinema na Sua Rua” exibiu em um telão o filme “O Carteiro e o Poeta”. No dia seguinte, a programação inclui com uma “Rua de Lazer”, que divertiu a criançada durante todo o dia, apresentações dos grupos musicais “Meninas de Sinhá” e “Orquestra de Flautas 1º de Maio”, sob a regência do professor Edilson Januário, e uma oficina ministrada pelo percussionista Berico, morador do bairro.

Segundo Cruz, a experiência agradou aos cerca de mil moradores que passaram pelos eventos. “Vários deles destacaram a importância de realizar eventos como este como forma de divulgar o patrimônio cultural que o Primeiro de Maio abriga e prevenir a violência”.

Mandato acolhe mostra “Índios na Cidade”

Por iniciativa do mandato do vereador Tarcísio Caixeta (PT), foi aberta na manhã de 30 de abril, na Praça do Empório Ferrarinha, na Câmara Municipal, a mostra itinerante “Índios na Cidade”, que tem por objetivo dar visibilidade à população indígena que reside na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A exposição reúne peças artesanais, plantas medicinais e fotografias.

“Ao acolher na Câmara Municipal a população indígena da RMBH ampliamos o espaço público para a compreensão de seus problemas e a valorização de sua cultura”, observa Caixeta.
A mostra é promovida pelo Movimento Lideranças Indígenas Aranã Carajá Pataxó Xacriabá e Grupo de Voluntariado Civil (GVC), braço brasileiro de uma organização não governamental criada em 1971, na Itália, que promove programas de cooperação para o desenvolvimento em diversos setores, em mais de 30 países.

Contingente

De acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a RMBH abriga 7.679 indígenas autodeclarados. Destes, 3.958 (51,54% do total) moram na capital. “Ao contrário do que imagina grande parte da população, os índios brasileiros não se limitam à região amazônica, mas estão espalhados por todo o território nacional, com forte presença em Minas Gerais”, afirma Eni Carajá, um dos responsáveis pela iniciativa.

Segundo ele, as principais reivindicações destas populações são “respeito” e “reconhecimento”. “Os indígenas enfrentam dificuldades de acesso à educação e à saúde. Além disso, a maioria deles mora em condições precárias e ainda enfrenta problemas ligados à segurança alimentar”.

Nesse sentido, Carajá acredita que a exposição cumpre o papel de auxiliar o Legislativo municipal a conhecer com maior profundidade a população indígena que habita a região. “Para isso, pretendemos ainda formalizar um pedido de audiência pública na Câmara Municipal para que as dificuldades enfrentadas pelos índios sejam debatidas com maior profundidade e o poder público se comprometa em adotar políticas de apoio a esta população e de incentivo à preservação de suas raízes”, completa.

Os organizadores da mostra têm ainda como meta lutar pela criação de um centro de serviços destinado ao atendimento da população indígena e de um centro de referência para difundir sua cultura.
Dalva Aguiar Nascimento, coordenadora do projeto pela GVC, informa que a exposição permanecerá na Câmara até o dia 15 de maio, mas já há pedidos de vários centros culturais da capital interessados em conhecer e divulgar a iniciativa.

Urucuia

No dia 27 de abril, o mandato também esteve presente em uma oficina de empoderamento da população indígena da RMBH realizada no Centro Cultural Urucuia, no Barreiro, que contou com cerca de 90 participantes. A atividade foi coordenada por Marcos Aguiar, da organização não governamental Opção Brasil.

Caixeta acolheu sugestões dos índios presentes na mostra realizada na CMBH

Caixeta acolheu sugestões dos índios presentes na mostra realizada na CMBH

Cine Humberto Mauro revê anos 1980 com entrada franca

Quem mora em Belo Horizonte ainda pode assistir gratuitamente clássicos do cinema filmados na

O Selvagem da Motocicleta é uma reflexão sobre a passagem do tempo dirigida por Francis Ford Coppola

O Selvagem da Motocicleta é uma reflexão sobre a passagem do tempo dirigida por Francis Ford Coppola

década de 1980. A mostra “The Outsiders: Revisões dos Anos 80”, aberta no dia 22 de março, segue em cartaz até o dia 11 de abril, no Cine Humberto Mauro.

A programação inclui 20 filmes que, ao escapar da lógica comercial que marcou o período, se firmaram como importantes obras autorais assinadas por diretores como Francis Ford Coppola, Woody Allen, Martin Scorsese e Stanley Kubrick, que abordam temáticas e gêneros variados como drama, comédia, terror e ficção científica.

A sala possui 140 lugares e espaço reservado para pessoas com deficiência.

Os ingressos são distribuídos meia hora antes de cada sessão.

Confira, abaixo, os filmes que estarão em cartaz a partir desta sexta-feira:

SEXTA, 29

17H00
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
19H00
O Portal do Paraíso (1980)Michael Cimino14 anos

SÁBADO, 30

16H00
Touro Indomável (1980)Martin Scorsese16 anos
18H15
O Fundo do Coração (1982)Francis Ford Coppola16 anos
20H15
O Selvagem da Motocicleta (1983)Francis Ford Coppola16 anos

DOMINGO, 31

16H00
O Cavaleiro Solitário (1985)Clint Eastwood16 anos
18H00
Eles Vivem (1988)John Carpenter12 anos
20H00
Um Tiro na Noite (1981)Brian De Palma18 anos

SEGUNDA, 1º

17H00
Brazil, o Filme (1985)Terry Gilliam14 anos
19H15
Cão Branco (1983)Samuel Fuller18 anos
21H00
O Rei da Comédia (1983)Martin Scorsese12 anos

TERÇA, 2

17H00
Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988)David Cronenberg18 anos
19H00
Ligações Perigosas (1988)Stephen Frears18 anos
21H00
Vidas sem Rumo (1983)Francis Ford Coppola12 anos

QUARTA, 3

16H30
O Iluminado (1980)Stanley Kubrick16 anos
19H00
Faça a Coisa Certa (1989)Spike Lee14 anos
21H00
O Selvagem da Motocicleta (1983)Francis Ford Coppola16 anos

QUINTA, 4

19H30
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
21H30
A Coisa: o enigma de outro mundoJohn Carpenter16 anos SEXTA, 5
17H00
Um Tiro na Noite (1981)Brian De Palma18 anos
19H00
Os Eleitos – Onde o Futuro Começa (1983)Philip Kaufman14 anos

SÁBADO, 6

16H00
O Rei da Comédia (1983)Martin Scorsese12 anos
18H00
Touro Indomável (1980)Martin Scorsese16 anos
20h15
Nascido para Matar (1987)Stanley Kubrick18 anos

DOMINGO, 7

16H00
Hannah e suas Irmãs (1986)Woody Allen12 anos
18H00
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
20h00
Brazil, o Filme (1985)Terry Gilliam14 anos

SEGUNDA, 8

17H00
O Cavaleiro Solitário (1985)Clint Eastwood16 anos
19H00
Vidas sem Rumo (1983)Francis Ford Coppola12 anos
21h00
O Fundo do Coração (1982)Francis Ford Coppola16 anos

TERÇA, 9

17H00
Cão Branco (18 anos)Samuel Fuller18 anos
19H15
Faça a Coisa Certa (1989)Spike Lee14 anos
21h00
Eles Vivem (1988)John Carpenter12 anos

QUARTA, 10

17H00
A Coisa: o enigma de outro mundoJohn Carpenter16 anos
19H00
Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988)David Cronenberg18 anos
21h00
Ligações Perigosas (1988)Stephen Frears18 anos

QUINTA, 11
19H30
O Portal do Paraíso (1980)Michael Cimino14 anos

Cine Humberto Mauro
Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena, 1537, Centro