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Com apoio de Caixeta, bares de Santa Tereza conquistam autorização para instalar mesas em calçadas

Após ter intermediado diversas reuniões entre proprietários de bares e a Prefeitura de Belo Horizonte

Por se tratar de um bairro antigo, que completa 115 anos em 2013, Santa Tereza é considerado Área de Diretrizes Especiais

Por se tratar de um bairro antigo, que completa 115 anos em 2013, Santa Tereza é considerado Área de Diretrizes Especiais

na tentativa de sensibilizar a administração municipal sobre as peculiaridades de Santa

Por se tratar de um bairro antigo, que completa 115 anos em 2013, Santa Tereza é considerado Área de Diretrizes Especiais

Tereza, o vereador Tarcísio Caixeta comemorou a decisão anunciada no dia 11 de abril, que reviu a metragem mínima para a instalação de mesas e cadeiras nos passeios do bairro. “Parabenizamos os proprietários de bares de Santa Tereza pela união e persistência”.

Em audiência pública promovida em março deste ano pela Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana da Câmara Municipal, Caixeta havia reafirmado o compromisso com os comerciantes e destacado que o apoio não tinha o objetivo de “privilegiar Santa Tereza, mas respeitar suas características”. “Por ser antigo, o bairro possui calçadas mais estreitas se comparadas às de outras regiões da cidade”, observou na ocasião. Importante polo gastronômico da capital, o bairro da região Leste da capital completará 115 anos em 2013.

Código de Posturas

O Código de Posturas, documento que regula o uso do espaço público, permite a instalação de mesas e cadeiras em calçadas com mais de três metros, desde que fique assegurada a passagem de pedestres em metade deste espaço. Uma alteração na regra concedeu, entretanto, autorização especial para que os proprietários de bares do bairro possam utilizar o espaço ao ar livre.

A decisão foi tomada por uma comissão técnica de legislação urbanística, que se baseou no fato de Santa Tereza ser uma Área de Diretrizes Especiais (ADE), na qual é permitida a colocação de mobiliário em passeios que possuem entre dois e três metros de largura – as calçadas do bairro, em sua maioria, medem 2,8 metros. Também neste caso metade do espaço deve ser destinada à circulação de pessoas.

“A nossa expectativa é que esta medida sirva de inspiração para que Belo Horizonte se consolide como um espaço de lazer e gastronomia, sem perder o respeito à individualidade e ao sossego de cada cidadão”, conclui Caixeta.

Caixeta recebe homenagem no aniversário de Patrocínio

O vereador Tarcísio Caixeta foi homenageado no dia 7 de abril com a Comenda Pedro Alves do

Patrocínio completou 171 anos no dia 7 de março

Patrocínio completou 171 anos no dia 7 de março

Nascimento, pela contribuição dada ao desenvolvimento de Patrocínio. A honraria foi entregue no estúdio móvel da Rádio Difusora, instalado na Expô Patrô 2013.

Além de Caixeta, que é natural de Patrocínio, foram homenageados Cássio Remis dos Santos, presidente da Câmara de Vereadores; Joaquim Machado, diretor do Jornal de Patrocínio; e Osmar Nunes Filho, empresário do setor alimentício.

Memória

Instituída há quatro anos, em memória de Pedro Alves do Nascimento, ex-diretor-presidente da Difusora, a Comenda é entregue anualmente, na data do aniversário de Patrocínio. Atualmente, a emissora é dirigida pela esposa de Nascimento, Terezinha Inês Rezende Alves, e por dois filhos do casal – Marcos Vinícius Rezende Alves, diretor-financeiro, e Márcio Luís Rezende Alves, diretor de operações.

Caixeta é anfitrião de novos formandos do Creci-MG

Em solenidade realizada no plenário da Câmara Municipal de Belo Horizonte, 210 novos profissionais

Caixeta destacou preocupação do Creci-MG com qualificação profissional

Caixeta destacou preocupação do Creci-MG com qualificação profissional

foram diplomados pelo Conselho Regional de Corretores Imobiliários de Minas Gerais (Creci-MG), na noite do dia 2 de abril. Eles concluíram o curso “Técnico em Transações Imobiliárias”, ministrado por instituições credenciadas junto ao Conselho. De posse do diploma, o corretor se torna habilitado a dar entrada no pedido de registro profissional e a trabalhar na área.

Autor do requerimento que possibilitou que a solenidade fosse realizada no plenário da Câmara, o vereador Tarcísio Caixeta (PT) saudou os formandos e observou que o fato de o Brasil ter se tornado, nos últimos dez anos, um dos mais importantes mercados consumidores do planeta fez aumentar a responsabilidade dos corretores imobiliários, dos quais são exigidas, a cada dia, maior competência e agilidade, sobretudo em uma cidade como Belo Horizonte, que tem no setor de serviços sua maior vocação. “Nesse sentido quero aqui louvar a preocupação do Creci-MG com a qualificação dos profissionais que atuam nesta atividade”, acrescentou.

Garantia

Após destacar dois projetos aprovados por Caixeta que beneficiaram diretamente o mercado imobiliário da capital – o que reduziu de 5% para 2% a alíquota do Imposto sobre Serviços (ISS) cobrado do setor e o que prevê a disponibilização da guia do Imposto sobre Transações de Bens Imóveis (ITBI) na internet –, o presidente do Creci-MG, Paulo José Vieira Tavares lembrou que apenas os corretores registrados podem orientar de forma adequada seus clientes no momento da transação imobiliária. “A presença de um corretor registrado é a maior garantia que o comprador tem para fechar um negócio com segurança”, disse.

Ele lembrou ainda que a aprovação do novo Código Civil, em 2001, impôs uma série de responsabilidades aos profissionais do setor e, por isso, é importante que o profissional se especialize. “O interesse de investidores europeus no mercado imobiliário mineiro, por sua vez, constitui mais uma razão para que os corretores imobiliários se qualifiquem. Atualmente, além do conhecimento de informática, já começa a ser exigido do corretor imobiliário o domínio de pelo menos um idioma estrangeiro”, acrescenta.

Dados do Creci-MG apontam que Minas Gerais conta atualmente com 25 mil corretores – são ao todo 270 mil no país. Deste total, 40% são mulheres

Cine Humberto Mauro revê anos 1980 com entrada franca

Quem mora em Belo Horizonte ainda pode assistir gratuitamente clássicos do cinema filmados na

O Selvagem da Motocicleta é uma reflexão sobre a passagem do tempo dirigida por Francis Ford Coppola

O Selvagem da Motocicleta é uma reflexão sobre a passagem do tempo dirigida por Francis Ford Coppola

década de 1980. A mostra “The Outsiders: Revisões dos Anos 80”, aberta no dia 22 de março, segue em cartaz até o dia 11 de abril, no Cine Humberto Mauro.

A programação inclui 20 filmes que, ao escapar da lógica comercial que marcou o período, se firmaram como importantes obras autorais assinadas por diretores como Francis Ford Coppola, Woody Allen, Martin Scorsese e Stanley Kubrick, que abordam temáticas e gêneros variados como drama, comédia, terror e ficção científica.

A sala possui 140 lugares e espaço reservado para pessoas com deficiência.

Os ingressos são distribuídos meia hora antes de cada sessão.

Confira, abaixo, os filmes que estarão em cartaz a partir desta sexta-feira:

SEXTA, 29

17H00
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
19H00
O Portal do Paraíso (1980)Michael Cimino14 anos

SÁBADO, 30

16H00
Touro Indomável (1980)Martin Scorsese16 anos
18H15
O Fundo do Coração (1982)Francis Ford Coppola16 anos
20H15
O Selvagem da Motocicleta (1983)Francis Ford Coppola16 anos

DOMINGO, 31

16H00
O Cavaleiro Solitário (1985)Clint Eastwood16 anos
18H00
Eles Vivem (1988)John Carpenter12 anos
20H00
Um Tiro na Noite (1981)Brian De Palma18 anos

SEGUNDA, 1º

17H00
Brazil, o Filme (1985)Terry Gilliam14 anos
19H15
Cão Branco (1983)Samuel Fuller18 anos
21H00
O Rei da Comédia (1983)Martin Scorsese12 anos

TERÇA, 2

17H00
Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988)David Cronenberg18 anos
19H00
Ligações Perigosas (1988)Stephen Frears18 anos
21H00
Vidas sem Rumo (1983)Francis Ford Coppola12 anos

QUARTA, 3

16H30
O Iluminado (1980)Stanley Kubrick16 anos
19H00
Faça a Coisa Certa (1989)Spike Lee14 anos
21H00
O Selvagem da Motocicleta (1983)Francis Ford Coppola16 anos

QUINTA, 4

19H30
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
21H30
A Coisa: o enigma de outro mundoJohn Carpenter16 anos SEXTA, 5
17H00
Um Tiro na Noite (1981)Brian De Palma18 anos
19H00
Os Eleitos – Onde o Futuro Começa (1983)Philip Kaufman14 anos

SÁBADO, 6

16H00
O Rei da Comédia (1983)Martin Scorsese12 anos
18H00
Touro Indomável (1980)Martin Scorsese16 anos
20h15
Nascido para Matar (1987)Stanley Kubrick18 anos

DOMINGO, 7

16H00
Hannah e suas Irmãs (1986)Woody Allen12 anos
18H00
Viver e Morrer em Los Angeles (1985)Willian Friedkin14 anos
20h00
Brazil, o Filme (1985)Terry Gilliam14 anos

SEGUNDA, 8

17H00
O Cavaleiro Solitário (1985)Clint Eastwood16 anos
19H00
Vidas sem Rumo (1983)Francis Ford Coppola12 anos
21h00
O Fundo do Coração (1982)Francis Ford Coppola16 anos

TERÇA, 9

17H00
Cão Branco (18 anos)Samuel Fuller18 anos
19H15
Faça a Coisa Certa (1989)Spike Lee14 anos
21h00
Eles Vivem (1988)John Carpenter12 anos

QUARTA, 10

17H00
A Coisa: o enigma de outro mundoJohn Carpenter16 anos
19H00
Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988)David Cronenberg18 anos
21h00
Ligações Perigosas (1988)Stephen Frears18 anos

QUINTA, 11
19H30
O Portal do Paraíso (1980)Michael Cimino14 anos

Cine Humberto Mauro
Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena, 1537, Centro

Audiência pública cobra explicações sobre BRT

Por iniciativa do vereador Tarcísio Caixeta, a Comissão de Orçamento e Finanças Públicas debateu, no08-04-2013_audiencia_brt1-300x224 dia 13 de março, o atraso no cronograma de obras e o reajuste de preços para a implantação do sistema de transporte rápido por ônibus na capital. Além dos demais membros da Comissão, participaram da audiência o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, José Lauro Nogueira Terror, o presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar, o secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Informação, Leonardo Pessoa Paolucci, a presidente da Associação dos Usuários do Transporte Coletivo de BH e Região Metropolitana, Gislene Gonçalves dos Reis, e o presidente do Conselho de Política Urbana da Associação Comercial de Minas, José Aparecido Ribeiro, além de outros vereadores.

“A Comissão achou por bem realizar esta audiência pública para que o cronograma físico-financeiro da obra fosse detalhado”, afirmou Caixeta.

Previsto para entrar em operação em agosto de 2012, o sistema só começará a funcionar em 2014. Já naquela época, os executores pediram prazo de mais 155 dias para concluir as obras, que deveriam ter sido entregues em janeiro deste ano. Depois disso, entretanto, um novo adiamento foi anunciado.

Na audiência, os representantes da PBH afirmaram que o atraso se deve ao desconhecimento do subsolo da capital, que fez com que os construtores se deparassem, por exemplo, com uma adutora da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) em um dos trechos das obras, ignorada no projeto inicial. Segundo Terror, a cidade não possui todos os cadastros de instalações de água, luz e telefonia, o que torna a escavação um procedimento “quase manual” em alguns casos.

Outra razão alegada foi o ritmo das desapropriações, dificultada, segundo ele, pela Lei de Responsabilidade Fiscal. “Tivemos atraso na disponibilização de recursos para desapropriações”, disse. Paolucci, por sua vez, acrescentou. “Quando as receitas não entram, despesas são suprimidas para que a lei seja cumprida”.
Já a denúncia de que empreiteiras contratadas teriam concedido férias coletivas a seus empregados – outro motivo apontado por veículos de imprensa para o atraso no cronograma – foi rebatida por Terror.

Custo

O secretário também negou que o custo de implantação do BRT tenha sido reajustado em R$ 700 milhões, conforme registrado durante a audiência. Segundo ele, o valor adicional se refere a outras obras de mobilidade urbana previstas no projeto. “No que diz respeito ao BRT, a variação é inferior a 1,5%”.

Quanto à denúncia de que empresários interessados em investir no novo sistema haviam postergado a compra de veículos em razão das incertezas quanto ao início das operações, o presidente da BHTrans disse que “os empresários estão se adequando ao novo cronograma, pois o prazo de carência previsto na linha de crédito liberada pelo BNDES e BDMG é de seis meses”.
Segundo números oficiais, a operação do sistema será concedida por um prazo de 20 anos. Neste período, os operadores esperam faturar R$ 12 bilhões.

Vistoria

Na audiência, Caixeta propôs que os membros da Comissão e outros parlamentares que manifestarem interesse vistoriem o andamento obras, acompanhados de representantes da Secretaria de Obras e BHTrans. A sugestão foi acatada pelo secretário e a vistoria está marcada para o dia 9 de abril.

Mandato celebra Dia Internacional da Mulher

O Dia Internacional da Mulher foi comemorado pelo mandato do vereador Tarcísio Caixeta com a apresentação da peça “A sogra que eu pedi a Deus”, no dia 8 de março.

O espetáculo teatral reuniu dezenas de apoiadoras e militantes da causa, que lotaram o teatro do Colégio Arnaldo, acompanhadas de familiares e amigos.

“Desde o início do nosso trabalho parlamentar temos o compromisso de resgatar e reverenciar a luta das mulheres por igualdade. Este ano não foi diferente”, afirma Caixeta.

Com texto de Wilson Coca e dirigida por Roberto Freitas, a comédia narra a história de um jovem casal que tenta, após alguns anos, tirar férias no Caribe. A viagem, entretanto, é cancelada quando as férias são adiadas. Quando o apartamento da sogra entra em reforma, ela se instala no apartamento do casal, que serve de cenário para a peça.

Caixeta esteve presente em encontro por moradia popular

No dia 17 de março, o vereador Tarcísio Caixeta participou, em Belo Horizonte, do “IV Encontro da 08-04-2013_encontro_moradia-300x225União Metropolitana por Moradia Popular”, que contou com a presença de diversas lideranças e militantes da luta pela conquista da casa própria para os mais necessitados.

Para Caixeta, a representatividade dos participantes e o alto nível dos debates marcaram o encontro. “Os debates corresponderam aos enormes desafios que ainda temos pela frente e às expectativas dos que sonham com a casa própria”.

Ele destacou ainda que o evento ocorre “em um momento em que o governo federal leva adiante uma importante política de fomento à moradia, com a participação da população”.

Mandato participa de audiência que debateu “Minha Casa Minha Vida”

O mandato esteve presente em audiência pública realizada no dia 15 de março, na Câmara Municipal, 08-04-2013_audiencia_minha_casa_minha_vidapara debater os critérios de escolha e as dificuldades enfrentadas atualmente pela população que pleiteia atendimento através do programa “Minha Casa Minha Vida”.

“Trata-se de uma reivindicação justa, que apoiamos desde o nosso primeiro mandato, através da parceria mantida com os núcleos e associações que lutam em defesa do direito à moradia”, pontua Caixeta.

Antes disso, como presidente da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) e da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel), Caixeta estreitou o relacionamento com o movimento organizado que, desde 1993, atua na área de habitação na capital.

Compromisso com proprietários de bares e restaurantes de Santa Tereza é reafirmado

Em audiência pública realizada na manhã do dia 7 de março, na Câmara Municipal, o vereador Tarcísio Caixeta reafirmou o compromisso com os proprietários de bares e restaurantes do bairro Santa Tereza, que pleiteiam alteração na regra que define a metragem mínima dos passeios onde podem ser instaladas mesas e cadeiras.

“Não se trata de privilegiar os comerciantes de Santa Tereza, mas respeitar as características do bairro que, por ser antigo, possui calçadas mais estreitas que as encontradas em outras regiões da cidade”, disse Caixeta durante a audiência, promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana. Importante polo gastronômico da capital, em 2013, o bairro completará 115 anos.

Projeto de lei apresentado pelo vereador na última legislatura já previa a alteração do padrão de licenciamento para beneficiar comerciantes, público frequentador e moradores de Santa Tereza. Na época, acompanhado de proprietários de bairros e restaurantes, Caixeta chegou a se reunir com representantes do poder público municipal para tratar do assunto.

“A nossa expectativa é que esta medida sirva de inspiração para que Belo Horizonte se consolide como um espaço de lazer e gastronomia, sem que percamos a dimensão do respeito à individualidade e ao sossego de cada cidadão”, concluiu Caixeta.