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Caixeta integra frente parlamentar em defesa de TI

O vereador Tarcísio Caixeta (PT) é um dos membros da recém-criada Frente Parlamentar para a

Caixeta defendeu integração entre Legislativo e setor produtivo de TIC

Caixeta defendeu integração entre Legislativo e setor produtivo de TIC

Defesa dos Interesses do Mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação, que terá a missão de propor políticas de fomento ao setor em Belo Horizonte e Minas Gerais. A Frente foi oficialmente lançada durante a 29ª edição do Inforuso, congresso promovido pela Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu/MG), Sociedade Mineira de Software (Fumsoft), Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro/MG) e Sindicato das Empresas de Informática (Sindinfor/MG), no último dia 29, na capital mineira.

“Nossa principal tarefa será oferecer o suporte legislativo necessário para que Belo Horizonte se torne a capital brasileira de TIC e o Estado se consolide como exportador de serviços de alto valor agregado e gerador de divisas para o país”, afirmou Caixeta, que preside atualmente a Comissão Especial de Estudos de Tecnologia da Informação da Câmara Municipal de Belo Horizonte. Ele salientou que “Minas Gerais já conta com empresas extremamente qualificadas e excelentes profissionais” e que a Frente deverá atuar como “facilitadora” para a expansão de negócios.

O colegiado conta ainda com a participação do deputado estadual João Vítor Xavier (PRP) e do deputado federal Luis Tibé (PTdoB) e terá o acompanhamento efetivo das entidades representativas do segmento.

MGTI 2022

O projeto MGTI 2022, que busca consolidar Minas Gerais como plataforma na área de TIC, foi o grande destaque do Inforuso. A data faz alusão aos 200 anos da independência do Brasil e busca disseminar a ideia de que um país só é verdadeiramente independente através do domínio do conhecimento.

O pontapé inicial do projeto se deu em 2012, com a criação do “Arranjo Produtivo Local Software de Minas Gerais”, que congrega esforços para o desenvolvimento de TIC no Estado e na capital, a partir de quatro eixos temáticos: capacitação, geração de negócios, adequação do ambiente regulatório e criação de um polo empresarial.

Atualmente, Minas Gerais ocupa a quarta colocação entre os mercados de TIC no país, com 0,81% de participação – o Estado é superado por São Paulo (2,97%), Rio de Janeiro (2,88%) e Santa Catarina (1,7%). São ao todo cerca de cinco mil empresas, cujo faturamento chega a R$ 2,3 bilhões anuais. Belo Horizonte possui aproximadamente 3.500 empresas – 70% do total –, que empregam 17 mil profissionais e faturam R$ 2 bilhões a cada ano.

Para ser levado à prática, o MGTI 2022 prevê investimentos de cerca de R$ 200 milhões, que serão distribuídos entre capacitação, geração de negócios, marco regulatório, criação de um centro empresarial e governança corporativa.

Brasil

Em 2011, o Brasil ocupava o sétimo lugar no mercado mundial de TIC – a meta para 2022 é chegar à quinta colocação. Naquele ano, o setor empregava R$ 1,2 milhão de profissionais, que, conforme a meta do programa federal “TI Maior”, deverá quase dobrar em dez anos.

Ainda em 2011, o setor respondia por 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Para 2022, o objetivo é atingir 6% do total de riquezas geradas em um ano no país.

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