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Audiência pública nesta quinta vai debater atrasos em obras do OP e PAC na região leste

O vereador Tarcísio Caixeta (PT) promove nesta quinta-feira, 20, às 19h00, audiência pública na

Caixeta se reuniu com lideranças no dia 4 de junho

Caixeta se reuniu com lideranças no dia 4 de junho

Câmara Municipal para debater atrasos em obras do Orçamento Participativo (OP) e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na região leste de Belo Horizonte. A audiência foi solicitada por lideranças comunitárias de diversos bairros durante reunião realizada no gabinete do vereador, no dia 4 de junho.

Secretarias municipais de Obras e Infraestrutura, Planejamento e Gestão Compartilhada, Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel) e Administração Regional Leste, além de lideranças comunitárias estão convidadas a participar.

Obras

Segundo Orlando Francisco de Menezes, o Cassetete, líder comunitário da Vila São Rafael, a população ainda aguarda, por exemplo, a construção de um conjunto habitacional para abrigar 132 famílias. Destas, 40 moram em áreas de risco e deveriam ser removidas imediatamente. Ele afirma que o projeto ficou pronto em março do ano passado e já traz inclusive a indicação do terreno onde serão erguidas as futuras moradias. “De lá para cá, entretanto, por diversas vezes, buscamos informações junto à Urbel, mas nada de concreto nos foi dito. Queremos saber”.

João Geraldo de Almeida, vice-presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Pompeia (Amap), cita uma obra de saneamento, incluída no PAC, entre as que se encontram paralisadas na região. “Há três anos, os moradores aguardam a conclusão das obras de saneamento do córrego do Navio – também conhecido como córrego da Baleia – no bairro Paraíso, que foram interrompidas. A Sudecap alega que não tem dinheiro para terminá-la e não nos dá nenhuma satisfação sobre quando isso vai ocorrer. Temos informação, contudo, de que o projeto de conclusão ainda não foi encaminhado a Brasília, o que impede a liberação dos recursos. Nosso objetivo é esclarecer este assunto de uma vez por todas”, diz.

Enquanto isso, os moradores têm convivido com enchentes, esgoto a céu aberto e a presença de insetos e roedores, além do mau cheiro. Ele acrescenta que a obra é reivindicada há pelo menos 30 anos.

Érica Gomes da Silva, líder comunitária do Conjunto Taquaril, também aponta várias obras tanto do OP quanto do PAC que aguardam para ser iniciadas na região. “Entra ano e sai ano e não temos nenhum esclarecimento. Nossa expectativa é ter esta resposta na audiência”.

 

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